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Em agosto 2006, o veleiro Maiken estava navegando no sul do Pacifico, próximo a Tonga, quando cruzou com algo diferente: Areia boiando. Na realidade tratava-se de pequenos fragmentos de pedra-pomes, rochas resultantes das erpções vulcânicas. O material bóia pois é "esponjoso", logo, menos denso que a água. Fonte: www.foxnews.com/story


A Baía de Fundy detém o recorde de maior variação das marés do planeta. a variação entre a maré baixa e a alta pode chegar a 17 metros. A maior diferença registrada foi de 21,6 metros em outubro de 1869, devido a um ciclone. No vídeo, o fenômeno com a "câmera acelerada".

Que tal ver um meteoro destes em uma navegada?

Uma das piores coisas para quem veleja: Uma lancha ou jet passando bem próximo e fazendo aquelas marolas. Para entender a força (ou o incômodo) destas ondulações, assista no vídeo o que aconteceu com esse monotipo.

Cerca de 10 baleias são atropeladas e mortas por navios no Mediterrâneo. Um projeto experimental, das universidades de Turim, Gênova e Montpellier, está utilizando um avião de espionagem da NASA, tentando evitar as colisões. A coisa voa com célula de combustível e energia solar. Saiba mais em http://www.pvresources.com/ (em inglês) ou na tradução automática. Assista também ao vídeo. Foto da www.pvresources.com.

Um barco bóia no seco? Assista o vídeo e veja com os seus próprios olhos. Para entender o que aconteceu primeiro é bom saber como um barco flutua? Agora vamos a experiência do vídeo: O aquário foi preenchido com um gás sintético, o Hexafluoreto de Enxofre. Este gás é 5 vezes mais denso que o ar, estando assim mais próximo das características da água. Leia mais sobre este gás. Quem disse que barco só bóia na água?

A biruta, como todos sabem, é um instrumento que indica o sentido do vento. Mas a biruta criada por esse artista é mais biruta que o normal. Talvez esta seja a função da arte: Fazer-nos ver as coisas com outros olhos. Então relaxe com este vídeo e, de onde vier o vento, que venha.

A corrida pelo domínio da tecnologia nuclear tem o seu lado obscuro: Os testes nucleares no mar. Nem a vida marinha, nem as paisagens paradisíacas, conseguem evitar estas insanidades. No passado, o caso mais polêmico ocorreu no Atol Moruroa, onde a França realizou diversos testes. O vídeo não fornece o local ou a nação responsável pelo teste.

Alguns ambientes, como a água, costumam dificultar a vida do pessoal que faz cinema. Ainda mais na hora de filmar uma tempestade. Então entra em cena a criatividade. Veja só a máquina de efeitos especiais utilizada para as gravações de "A ilha Misteriosa", de Júlio Verne. Nem o autor conseguiu prever a criação de tal engenhoca.


Quem nunca passou pela situação de enrolar uma rede na hélice, não queira. Claro que ninguém cruza por uma rede com o propósito de prejudicar o pescador. Porém, a total falta de padronização na sinalização das "parelhas" (isso quando são sinalizadas) constitui uma perigosa armadilha ao navegador. Para estes casos, este equipamento bolado nos EUA garante resolver o problema (ver). Na falta, vamos continuar nos perguntando: "Mas onde está a outra bóia que eu não vejo"

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