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Para quem está cansado de esperar o final de semana para velejar, eis uma idéia: Velejar no asfalto. |
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Veja como tudo é uma questão de referencial com este vídeo que mostra algo curioso. Uma traineira ao lado de uma grande embarcação em um mar agitado. Para o pessoal do navio devia ser mais um daqueles dias tranqüilos, só com uma “brisinha”. Para os pescadores “o bicho tava pegando”. O autor do vídeo descreve ser uma traineira no litoral do rio de Janeiro. |
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Engenheiro brasileiro inventa um catamarã portátil movido a pedal. Pelo que se vê no vídeo, parece funcionar bem. |
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A progressiva melhora nas previsões do tempo, cada vez mais detalhadas, tem exigido uma maior atenção na sua interpretação. Nota-se que alguns navegadores têm alguma dificuldade em interpretar "a flechinha do vento", como no caso do excelente Windguru. É fundamental lembrar que a flecha não é um ponteiro (como os do relógio), nem mesmo uma biruta. O que a flecha indica é o sentido do vento. Uma dica então é sempre perguntar: O VENTO VEM DE ONDE? Pois olhe para a parte contrária a ponta da flecha. É de lá que o vento sai, logo é de lá que ele vem! |
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Um Peixe-robô será lançado ao mar na costa da Espanha, na intenção de monitorar a poluição. O "bichinho" seguirá os navios e, oito horas depois, voltará para a base recarregar as baterias e contar o que viu. Cada um custa 30.000 dólares. Mais na fonte. |
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Pairar sobre as águas,
até agora, não era para qualquer um. Mas com o lançamento
no mercado o JETLEV-Flyer, tudo pode mudar. A engenhoca nada mais é
do que um "jet pack" (aquele equipamento que o cidadão
voa com uma turbina nas costas). São aproximadamente 200hp, bombeando
água para o piloto subir 10 metros e andar até 65 km/h.
Vamos ver se a idéia se cria. |
Assista um vídeo instrutivo (em inglês) sobre o que alguns ainda desconhecem: Nunca apagar um eventual incêndio em uma panela com azeite a bordo, utilizando água. |
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Apesar dos navegadores contarem com o serviço de "rádio VHF" em suas navegadas, o celular tem sido, junto com outros equipamentos eletrônicos, indispensável em um barco. Abaixo, simulamos uma série de perguntas sobre o assunto. Para objetivar, evitaremos siglas ou excessivos dados técnicos. "Saímos
para navegar e em poucas horas terminou a carga da bateria do celular.
O que aconteceu?" "Como
melhorar o sinal do celular?" "Vale
a pena colocar uma antena externa?" O celular caiu na água. Há como recupera-lo? Existem várias
receitas para recuperar um celular que mergulhou na água. Os
pescadores aqui da Lagoa dos Patos tem uma: Logo que o aparelho é
resgatado (ainda molhado), mergulha-se o celular em um pote com álcool
(tipo farmácia). Tem a sua lógica: Por diferença
de densidade, o álcool poderá expelir a água do
circuito. Depois se retira o celular do pote e o álcool evapora.
Há de se considerar, porém, os efeitos do produto sobre
os componentes eletrônicos. Mas como o aparelho está perdido
mesmo, vale tentar. Para evitar estes transtornos, a alternativa é
adquirir um celular resistente à água. (ver
propaganda). Dica de pesquisa para aprofundar o assunto: http://www.teleco.com.br |
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