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Surpresa para ambos

Esta foto vem via The Horse's Mouth e é de dezembro de 2008. Foi quando de um encalhe nas Ilhas Kerguelen, durante a regata Vendée Globe. Cada qual mais surpreso que o outro.

Mini

Parece de brinquedo, mas não é. Trata-se do micro veleiro Elusion. Na fonte mais imagens e links para outros projetos (em inglês).

Só por trocar o nome?

No meio náutico, reza a lenda que um barco jamais deve trocar de nome. O castigo celeste para tal heresia seria um eterno azar a bordo. Além de o comandante esquecer tudo o que aprendeu sobre navegação. Para alguns o problema não é trocar o nome, mas sim não realizar uma cerimônia de rebatizo (o popa.com.br tem dois descontraídos artigos sobre o assunto: 1 e 2 ). Talvez um dos casos mais clássicos seja o Princess May (foto). Construído em 1888 na Inglaterra, seu nome original era Shih Mei. Antes de chegar à costa americana, o navio foi rebatizado Cass, em seguida, Arthur. Depois que ele voltou a ser Cass, então Ningchow e, finalmente, Hating. Isso antes de ser rebatizado como Princess May. Pelo que se conta, seu azar se manifestou no Alasca em agosto 1910, quando encalhou em uma ilha. Quando a maré baixou, foi tirada a clássica foto acima. Até aí poucos danos. Mas, um mês depois, houve uma tentativa de rebocar o navio na maré alta, quando seu casco rasgou sobre o rochedo. Depois de recuperado, o navio foi vendido. Pouco se sabe do seu destino, a não ser que ele ainda navegava pela Jamaica em 1930. Acredita-se que com o mesmo nome. É com se diz: “No creo en brujas, pero que las hay, las hay.” Fonte (em inglês). Colaboração de Luiz Bonow.

Por uma boa causa

Remadores britânicos estão participando em uma competição pelo Atlântico, ao mesmo tempo em que angariam fundos para instituições de caridade. O mesmo tipo de campanha foi realizado por estas duas nadadoras (arquivos). Se remarem tão bem quanto fazem marketing, vão longe. Via Vela Bistro.

Barco de sucata quer cruzar o Pacífico

Neste sábado (20/03) um barco construído com 12.000 garrafas de plástico (o Plastiki), deverá partir dos EUA rumo à Austrália. O projeto vem sendo desenvolvido há 4 anos e faz parte de uma campanha de combate ao lixo no Pacífico. Este é o site do projeto (em inglês).


Ekranoplan. Um barco que tinha asas?

Este avião (ou um barco com asas?) foi projetado para aproveitar o chamado Efeito Solo (espécie de colchão de ar comprimido que fica entre as asas e o chão ou água). Assim suas 350 toneladas e 73,80m de comprimento, podiam voar a 500km/h em uma altitude de 1,5 a 5 metros. Claro que para isso eram necessários oito motores. Os soviéticos inicialmente o usariam para fins militares durante a Guerra Fria. Com o final desta, houve a intenção de reaproveitá-lo para operações de salvamento. Curioso é que nave não tinha trem de pouso, e como não podia chegar em terra, uma plataforma espacial foi construída. Com o ressurgimento da Rússia o Projeto 903 ou Lun (seus outros nomes) acabou virando sucata (veja as fotos/fonte). No vídeo, algumas raras imagens de seu vôo.

Procurando espaço

Lindas fotos de uma regata que está sendo realizada em Auckland/NZ. Mais imagens no sueco Blur (fonte).

A camuflagem em barcos funciona ?

Parece absurdo querer esconder um navio no mar. Fica difícil. Então qual o motivo da camuflagem nas antigas embarcações de guerra? Vejamos: Até a 2ª Guerra Mundial, devido à baixa tecnologia da época, um navio para ser “acertado” pelo inimigo implicava em cálculos. Um torpedo não deveria ser lançado diretamente no navio. O inimigo, devido ao deslocamento do alvo, “mirava” onde achava que a embarcação estaria na hora do impacto, e não onde ela estava. Aí entram as listras diagonais brilhantes, com cores contrastantes (nas antigas fotos P&B elas não são visíveis). Elas provocavam uma grade dificuldade na avaliação visual do tamanho, velocidade e direção do navio inimigo. Hoje, com o avanço dos radares, sensores e GPSs, a camuflagem em barcos tem somente uma função estética. Ver mais fotos na fonte.

Para a turma do catamarã


Bigodeira

A imagem vem da regata Vallarta Race 2010, realizada desde o dia 19/02 pelo iate clube de San Diego/EUA, fonte da imagem.

Multicasco que cabe em qualquer box

A invenção deste multicasco de 24 pés com canoas retráteis, promete resolver o problema de vaga para este tipo de veleiro. Mais na fonte www.velablog.com (em italiano/com ilustrações).

Feito gato
Foi durante as regatas da Extreme 40/série Ásia.

Não é nada disso...
A foto é apenas uma demonstração do barco Macgregor 26. Este veleiro com cara de lancha, “cala zero” e é vendido como “inafundável”. Preenchido com “espuma sólida”, os fabricantes prometem que mesmo com um rombo no casco ele consegue navegar (ver foto). Se quiser tirar suas conclusões’, aqui está o site do dito cujo (em inglês/com ilustrações). Via horsesmouth.

“Meio ventoso”

É usual afirmar que em um barco, todo o conforto tem seu preço. E isso não significa obrigatoriamente dinheiro, mas algumas vezes a segurança ou a praticidade. Veja mais fotos e vídeo deste acessório no site do fabricante.

Bairro flutuante

Os profissionais da arquitetura muitas vezes veem um barco como algo estático e desconectado dos elementos naturais. A partir daí fica fácil criar um bairro onde, ao invés de casas, as pessoas morem em barcos. Na teoria é bonito. Mais imagens aqui.

A beleza dos clássicos

Belo vídeo promocional da regata de veleiros tradicionais (os Galway Hooker), realizada na Irlanda. Belas imagens. Fonte.

Nada de ficar chacoalhando

Embarcações estranhas são sempre um prato cheio aqui no Conjuminando. Desta vez temos um catamarã adaptado a “todo terreno”. Ao chegar a uma praia, nada de ancorar ao largo. Basta acionar as lagartas e o barco já está na praia. Repare que ele parece ser todo estanque, afinal, entre o mar e a terra tem a arrebentação. O pai da criança é um inventor suíço, que ainda está testando o protótipo (foto). Mais fotos na fonte (em francês).

Cada um com a sua escota

Este multicasco é no mínimo estranho. Dá a impressão que “soldaram” dois monocascos a uma “canoa”. Bom, e quando o companheiro de velejadas não puder ir junto, como fica?

Acompanhe os veleiros Easy Going e Victor

No último sábado (09/01), partiram de Porto Alegre com destino ao Rio da Prata, os veleiros Easy Going (ICG) e Victor (VDS). Acompanhe a posição deles pelo SPOT (o aparelho funciona quase como um EPIRB/rastreador, só que mais barato). O diário de bordo você Acompanha pelo blog do Easy Going (fonte da imagem). Colaboração de Dieter Brack.

Farejadores de vento

Mas vamos esquecer a crise mundial: A equipe do maxi catamarã Alinghi 5, adquiriu dois “hidroaviões” para sondar o vento. Ocorre, conforme a fonte, que o mastro da embarcação tem a altura equivalente a um edifício de 17 andares. Assim é necessário sondar o vento em várias áreas e em vários níveis. Sem comentários.

Bote inflável anfíbio

A Revista Náutica trouxe nesta semana em seu site, um curioso bote inflável anfíbio. Dê uma olhada lá e depois veja aqui o vídeo dele funcionando.

Tá, passou!

Vídeo que mostra a perícia dos pilotos de um jet-boat. De tontear o cinegrafista. Sugestão Com. Ricardo/Bruxa/NSJ.

Volta ao mundo em um 19 pés

O engenheiro húngaro Áron Méder (30 anos) partiu em 2006 para uma circunavegação em solitário em um veleiro de 19 pés (6m). O Carina custou 4 mil Reais e o orçamento da viagem foi de 15 mil. Ele passou por 40 países, fazendo 33.000 milhas (55.000 km). Seu único contato era o equipamento de radioamador (que usava moderadamente para economizar as baterias). Trabalhou em vários países e confessou ter passado fome em alguns momentos. Mas ele declarou: “Não sou um suicida, mas um aventureiro”. Sua volta ao mundo foi concluída em setembro do ano passado. Bela aventura. O site do velejador é esse: www.meder.hu. Mais informações neste site com tradução automática. Via velablog.

Mergulhando as canoas

Compilação de velejadas extremas em multicascos.

Credo!


Colônia de iates

Trata-se do Trilobis 65, criado por um escritório de design alemão. Com 20 metros de comprimento, possui uma bolha transparente para observação subaquática no mais baixo dos 4 níveis. Baseia-se em tecnologia “verde”, com células solares e sistemas eólicos. O curioso é a popa circular para conexões a plataformas, o que permite o agrupamento em “colônias”. Os projetistas prevêem um custo de U$ 4 milhões. Esse certamente é um dos motivos do projeto ainda ser "futurista". Fonte: giancarlozema.com.


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