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Barco solar no estaleiro

Desta vez está indo além da experimentação. Trata-se de um trimarã (ou será um catamarã, visto que apenas as canoas laterais ficam na água) movido por motores elétricos. A carga é garantida pelos 600 metros quadrados de painéis solares, distribuídos nos 65 pés da embarcação. Veja mais detalhes e fotos da construção na fonte.


Quando "o bicho pega"

Imagens clássicas de um mau tempo na Global Challenge 2000/01. Feia a coisa. A qualidade das imagens do YT na época não era das melhores (embora carregasse mais rápido que agora).


Trimarã Oracle ganhou asa

Depois de ter quebrado o mastro na semana passada, o super BMW ORACLE substituiu a sua vela por uma asa (ou uma "vela rígida"). Veja um novo video (mais didático que o de ontem, mas com narração em inglês). Também um vídeo curto dele velejando aqui.


Fazendo alongamento

Nesta última década, com o aumento mundial na procura dos cruzeiros marítimos, algumas companhias fizeram enxertos em suas embarcações. Foi o caso (em 2005) do Enchantment of the Seas, da Royal Caribbean. Uma “fatia” extra de 73 pés garantiu 151 novos camarotes, totalizando 990 pés. Mais na fonte.


Em que altura ele anda?

Quando se fala do trimarã BMW ORACLE, esta pergunta tem um sentido mais literal. Via Blog Bmw Oracle (em inglês).


Isso é uma hidrovia?

A foto vem da Rússia. A fonte relata que transeuntes chegaram a acionar o serviço de salvamento. Mas foi só mais uma daquelas invenções malucas. Ver mais imagens na fonte.


Os brutos também adernam

É de se imaginar a energia contida nas ondas para adernar um “monstro” destes (o Hyundai Discovery).


Conjuminando traz mais um projeto náutico estranho: O Ankida, do estaleiro Lila-Lou, especializada em interiores de iates e edifícios. Veja um vídeo (0:43) do projeto. Mais fotos aqui.

Esta tempestuosa regata de valentes monotipos, aconteceu no mês passado em Kiel/Alemanha.

Com água pelos costados. Veja o sufoco de regateiros na França.

Vale a pena ver esta sequência de veleiros projetados pelo designer escocês Alfred Mylne. Repare nos cascos e na armação do velame usado nos anos 30.

No vídeo temos um navio enfrentando mares agitados. Até aí tudo bem. Mas o impressionante é quando as imagens mostram a flexão na estrutura da embarcação. Se alguém acha que fadiga de matérias é bobagem, melhor repensar.

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