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Como vieram ao mundo

As britânicas Mel King, 37 anos, e Annie Januszewski, 40, saíram hoje (10/12) das Ilhas Canárias para uma aventura inusitada: Cruzar o Atlântico em um barco a remo. O diferencial é a roupa: Nenhuma. As remadoras são profissionais e sempre quiseram participar de um desafio como este. Conforme elas, a idéia de tirar a roupa surgiu mais como necessidade do que qualquer outra coisa. Na verdade, a dupla ia remar de biquíni, pois as roupas poderiam machucar as remadoras. Então, decidiram remar da maneira como vieram ao mundo. Veja mais imagens na fonte.

Veleiros xucros

Trata-se da classe moth (espécie de monotipo sustentado com hidrofólios). Para quem está tentado andar em um destes (pois certamente a moda vai pegar por aqui), melhor assistir as imagens. São tantos tombos que o vídeo tem 9 minutos.

A poderosa dos multicascos

Trata-se da Austral, um estaleiro globalizado dedicado principalmente a construção de multicascos em alumínio. Neste mês foi lançado um trimarã/ferry de 102m, com capacidade para 1165 passageiros, 254 carros e desenvolvendo 40 nós. Dê oma olhada nos outros modelos (em espanhol).

Só na flanela

Algumas pessoas podem levar alguns segundos para entender esta foto, mas é um veleiro de alumínio em uma paradisíaca ilha do Caribe. Nesta beleza de lugar, o casco nem precisava estar tão polido. Via sailinganarchy.com.

Decisões

Como a narrativa do vídeo está em inglês, vamos fazer um breve resumo do ocorrido. No verão de 1991, o veleiro Satori (32 pés) navegava com o capitão e mais duas tripulantes entre a costa dos EUA e as Bermudas. Pelo rádio é captado um aviso, indicando que um furacão estava indo do Caribe em direção as Bermudas. O capitão prepara a vela de temporal. Quando o mar ficou grosso e a tripulação entrou em pânico e foi feito um pedido de socorro a guarda costeira. Logo um helicóptero de salvamento sobrevoou o local. Nisso uma das mulheres conseguiu contato com um navio mercante. Apesar do responsável do barco achar que ele tinha condições de navegabilidade, a guarda costeira ordenou a evacuação do veleiro. Houve uma tentativa de retirar os tripulantes com um inflável, mas os equipamentos da popa do Satori poderiam furar o bote. A solução foi a tripulação jogar-se ao mar e ser içada pelo helicóptero. No dia seguinte o capitão voltou ao mar para resgatar o veleiro (pois tinha deixado o leme amarrado e poderia calcular sua posição). Após várias tentativas em barcos e aviões alugados, o Satori foi encontrado dias depois na praia. Posteriormente o veleiro foi restaurado e voltou a navegar. Claro que a história está bem resumida, mas na fonte (em inglês) ou com tradução automática está o relato completo.

Uma nave?

Esta é a “sala de comando” do veleiro Alfa Romeo (NZ). São quase 100 pés (30m) com 44m de mastro. Veja mais fotos lá no sueco Blur.se.

12 senhoras hélices


1800HP em 52 pés

São 3 motores Volvo Penta IPS de 600HP cada, empurrando 12 toneladas à velocidade máxima é de 46 nós (40 em cruzeiro). O tanque de combustível (?) tem 2300 litros e o gerador de energia (para os eletrônicos) fornece 7 kWh. Apesar disso tudo, as linhas da lancha (tidas como futuristas) parecem meio retrô. Mais em seilas.no (traduzida do norueguês).

Tubarão...

Lindas imagens da Rolex Series que começou ontem (17/12) em de Sydney/Austrália. Mais fotos em blur.se.

Entre a cana e a roda

A velha discussão entre os velejadores: Melhor usar cana ou roda de leme? Pois este italiano de 34 pés parece ter encontrado o meio termo entre conforto e “barco na mão”. Dê uma olhada nas imagens do projeto lá no blur.se.

Arribada

Nunca é bom arribar demais, apesar de que a fonte (www.sailingscuttlebutt.com) afirma ser apenas uma ilusão de ótica provocada pelo zoom.

O Batman queria ter um

Este multicasco (Ady Gil, antigo Earthrace ) foi doado para a Sea Shepherd Conservation Society, visando combater a caça ilegal de baleias. Pena que no vídeo não mostre ele em toda sua performace.

Coreografia dos proeiros*

*Proeiro. Via www.seilas.no.

Noção do gigante alado

Imagens do multicasco BMW Oracle testando a sua vela-asa. Repare que não deve ser fácil levar o “monstro” no meio de tantos “barquinhos curiosos”. Atento para o momento em que uma das canoas do Oracle parece passar por sobre um deles. São 3:47, mas como a imagem é de média qualidade, carrega bem.

Última atracação

Destinado ao desmanche, navio atraca na velocidade de 20 nós.

Sem asas

Deve ser por isso que alguns chamam estas lanchas de “voadeiras”. Fonte: www.seilas.no.

Tudo é grande no Oasis

No maior cruzeiro do mundo (o Oasis of the Seas) tudo é grande. Para socorrer os seus possíveis 8500 ocupantes, o navio possui 18 botes salva-vidas com capacidade de 370 passageiros cada. Imagem de bitterendblog.com.

Multicasco multimastro

Para quem tem um destes, convém sempre levar junto os amigos para velejar (e subir as velas dos 4 mastros). Via horsesmouth.typepad.com.

Enrabichado

Não deve ser nada relaxante ter um grande navio junto a popa, esperando para ser rebocado. Na imagem o Shinyo Sawako (de 326m X 56m) preparando-se para ser conduzido pelo rebocador (fonte www.marinetraffic.com). No vídeo, um ferry das linhas Hual (na baia de Santander/Espanha) em uma mesma situação.

Vela para todos os bolsos


 


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