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Visando
combater a caça ilegal de baleias no continente Antártico,
uma organização chamada Sea
Shepherd põe em prática o seu método de ação.
Embora usem somente armas de "efeito moral", os encontros entre
os ativistas (de bandeira pirata) e os baleeiros ilegais (japoneses),
são radicais. O assunto já virou até seriado de TV.
O curioso do vídeo (3:47) é o fato dele ter sido feito pelos
japoneses, e não pelos ambientalistas. |
| Este
caos foi retratado pelo fotógrafo Geoff Quinn (da página
www.flickr.com),
onde você poderá ver excelentes fotos náuticas. Sobre
o reboliço: Ocorreu quando da primeira visita em 2008, do cruzeiro
Queen Mary II a cidade de São Francisco/EUA. |
O Canal do Panamá foi construído no intuíto de encurtar as distâncias entre o oceano Atlântico e o Pacífico. Para isso, um conjunto de eclusas leva os barcos até um lago (Gatún), por onde cortam a América central. O constante "sobe-e-desce" das embarcações (como os panamax) pode ser vista aqui nesta montagem, onde 12 horas do canal Miraflores é vista em 1 minuto. |
Veja
uma reportagem sobre a regata de comemoração dos 500 anos
da cidade do Funchal, na Ilha da Madeira. São veleiros clássicos
daqueles que a gente só vê em filmes de piratas. |
Este
vídeo mostra que em Zanzibar,
não se precisa de muito para velejar. Curioso é que um dos
barcos leva a bandeira do Brasil. A Produção impecável
é da National Geographic (em inglês). Para quem acha que
velejar é só para uma elite, eis um bom vídeo. |
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Navegadores do CNT
estiveram em Fernando de Noronha durante a REFENO 2008. Os Comandantes
Rubinei Soares / Dom Bruno / CNT e Fernando Bonatto / Criança
/ CNT, juntamente com o Marinheiro Arlei Harts (o Sussuca), participaram
a bordo do veleiro Taouhiri. |
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Na Austrália, uma máquina fotográfica instalada na "asa" de um kite, flagrou este encontro com uma baleia. Destas, só uma vez na vida. Fonte: www.trekearth.com |
Quando no final de novembro de 2008, a Lagoa dos Patos e o Guaíba "secaram", logo o vento nordeste e a falta de chuvas levaram a culpa. Esses fatores são inegáveis. Porém, pode haver um outro agravante: Durante décadas, inúmeras barragens e "puxadas de água" foram construídas nos afluentes do Guaíba e da Lagoa dos Patos. Até que ponto estas obras estarão contribuindo para os sucessivos verões com "água baixa"? Para ilustrar este questionamento, trazemos o exemplo do Mar de Aral, entre o o Cazaquistão e o Uzbequistão. Há 40 anos, ele tinha 16m de profundidade média e fornecia 40 mil toneladas de pesca. Com a realização de desvios nos seus dois principais afluentes (para fins de irrigação), hoje ele está com apenas 80% de sua área (Dados da wikipedia, onde você encontra o histórico do desaparecimento do Mar de Aral). Uma das conseqüências foi o fim da navegabilidade, originando um "cemitério de navios" onde antes havia um porto. Veja no vídeo. Mais fotos aqui. |
Ao
que parece, baleias e japoneses não combinam muito bem. De um lado,
o Japão caçando ilegalmente as cetáceas na Antártida
. Por outro lado, este pescador japonês perdeu a vida quando (segundo
o vídeo) "tentava salvar a baleia que estava fora das águas
abertas" (encalhada, supõe-se) na baia de Uwajima/Japão.
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